To Jerusalem and Back

Written by: Saul Bellow

To Jerusalem and Back Book Cover
In this "impassioned and thoughtful book" (The New York Times), Bellow records the opinions, passions, and dreams of Israelis of varying viewpoints -- Yitzhak Rabin, Amos Oz, the editor of the largest Arab-language newspaper in Israel, a kibbutznik escaped from the Warsaw Ghetto -- and adds his own thoughts on being Jewish in the twentieth century.
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To Jerusalem and Back Reviews

Luís Paz da silva
Há algum tempo que andava com curiosidade de ler algo do Saul Bellow. Não comecei, seguramente, pela obra mais indicada, mas fui levado pela minha recente "descoberta" do gosto por literatura de viagens e pelo bom critério que o Carlos Vaz Marques tem utilizado na selecção das obras desta colecção (da qual li o excelente "New York" do impagável Brendan Behan e, mais recentemente, "Um Gentleman Na Ásia" do Somerset Maugham)editada pela Tinta da China.
Esta obra que é, salvo o êrro de 1976, é uma o Há algum tempo que andava com curiosidade de ler algo do Saul Bellow. Não comecei, seguramente, pela obra mais indicada, mas fui levado pela minha recente "descoberta" do gosto por literatura de viagens e pelo bom critério que o Carlos Vaz Marques tem utilizado na selecção das obras desta colecção (da qual li o excelente "New York" do impagável Brendan Behan e, mais recentemente, "Um Gentleman Na Ásia" do Somerset Maugham)editada pela Tinta da China.
Esta obra que é, salvo o êrro de 1976, é uma obra de, salvo o êrro, 1976. O Sr. Bellow, um judeu norte-americano de Chicago, vai visitar Israel e discorre longamente, como eminente erudito que é, sobre todas as questões políticas e sociológicas do conflito israelo-árabe e, mais especificamente, israelo-palestiniano, numa altura em que, depois da guerra de 1973 (dita do Yom Kipur, pelo facto de os árabes terem aproveitado a data para um ataque surpresa), Israel começa a perder as graças da opinião pública. Bellow não é arrogante nem intransigente, mas também não é "politicamente correcto". Procura aprender com quem sabe e fundamentar as suas opiniões. Gostei particularmente da parte em que ele analisa e se interroga de qual o motivo para que , no concerto das nações, se exija mais da postura moral de Israel por força do que sofreram anteriormente às mãos de quem martirizou e perseguiu o povo judeu. Como Bellow, também não percebo. É como se aos agressores tudo se perdoe porque não prestam e aos agredidos tudo se contabilize porque se lhes exige que tenham o carácter temperado na forja das provações. Não é simples, mas não é seguramente assim.
O meu problema com esta obra é apenas este: não era a isto que eu vinha. Não há nada de errado com gelado de morango, a não ser que se tivesse a expectativa de que fosse de framboesa...
Não é um mau livro, muito pelo contrário, mas não é um livro de viagens. A viagem é, aqui, um pretexto para levantar outras questões e debater outros temas. Todos nobres e válidos mas, lá está: não era isso que eu queria ler. Mas gostei da fluidez da prosa e da honestidade sem pretensiosismo do Autor.
"Investe-se uma grande quantidade de inteligência na ignorância quando se sente uma profunda
necessidade de ilusão" (pág. 205).
Frases deste calibre dão-me a certeza de que voltarei a ler mais coisas escritas por Saul Bellow.
Martin
Learned quite some new about Jerusalem, the wars there, etc. But was expecting more of a story or something to tie the pieces together.
Luís Paz da silva
Há algum tempo que andava com curiosidade de ler algo do Saul Bellow. Não comecei, seguramente, pela obra mais indicada, mas fui levado pela minha recente "descoberta" do gosto por literatura de viagens e pelo bom critério que o Carlos Vaz Marques tem utilizado na selecção das obras desta colecção (da qual li o excelente "New York" do impagável Brendan Behan e, mais recentemente, "Um Gentleman Na Ásia" do Somerset Maugham)editada pela Tinta da China.
Esta obra que é, salvo o êrro de 1976, é uma obra de, salvo o êrro, 1976. O Sr. Bellow, um judeu norte-americano de Chicago, vai visitar Israel e discorre longamente, como eminente erudito que é, sobre todas as questões políticas e sociológicas do conflito israelo-árabe e, mais especificamente, israelo-palestiniano, numa altura em que, depois da guerra de 1973 (dita do Yom Kipur, pelo facto de os árabes terem aproveitado a data para um ataque surpresa), Israel começa a perder as graças da opinião pública. Bellow não é arrogante nem intransigente, mas também não é "politicamente correcto". Procura aprender com quem sabe e fundamentar as suas opiniões. Gostei particularmente da parte em que ele analisa e se interroga de qual o motivo para que , no concerto das nações, se exija mais da postura moral de Israel por força do que sofreram anteriormente às mãos de quem martirizou e perseguiu o povo judeu. Como Bellow, também não percebo. É como se aos agressores tudo se perdoe porque não prestam e aos agredidos tudo se contabilize porque se lhes exige que tenham o carácter temperado na forja das provações. Não é simples, mas não é seguramente assim.
O meu problema com esta obra é apenas este: não era a isto que eu vinha. Não há nada de errado com gelado de morango, a não ser que se tivesse a expectativa de que fosse de framboesa...
Não é um mau livro, muito pelo contrário, mas não é um livro de viagens. A viagem é, aqui, um pretexto para levantar outras questões e debater outros temas. Todos nobres e válidos mas, lá está: não era isso que eu queria ler. Mas gostei da fluidez da prosa e da honestidade sem pretensiosismo do Autor.
"Investe-se uma grande quantidade de inteligência na ignorância quando se sente uma profunda
necessidade de ilusão" (pág. 205).
Frases deste calibre dão-me a certeza de que voltarei a ler mais coisas escritas por Saul Bellow.
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Martin
Learned quite some new about Jerusalem, the wars there, etc. But was expecting more of a story or something to tie the pieces together.
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